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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

A VINDA DOS AGARTHINOS E A PROFECIA DO REI DO MUNDO

F. A. Ossendowsky foi um explorador e ativista que andou pela Sibéria e pela Mongólia na época da 1ª Guerra Mundial. Lá ele travou contato com militares místicos e lamas tibetanos. Teve conhecimento de profecias sobre Agarthi (na escrita mongol) e o Rei do Mundo, descrito em sua obra “Bestas, Homens e Deuses”.
As lendas do Rei do Mundo falam da vinda dos agarthinos desde os interiores das terras para reorientar a civilização numa época de crise final. Bem entendido, o tema reporta a eventos clássicos da História universal, quando movimentos organizados interferiram na ordem decadente das civilizações.

Tangka tibetana com imagens da vinda dos Povos de Shambala 

O “interior” de que fala a profecia, são as regiões mediterrâneas onde se refugiam aqueles que buscam uma cultura alternativa, como fizeram tantas vezes os povos das estepes. As savanas e estepes estão intimamente relacionadas aos grandes ecotones, regiões de transição que neste caso acabam formando um novo ecossistema de síntese onde as espécies encontram um refúgio e até uma forma de evolução ainda mais avançada –o mesmo valendo naturalmente para a humanidade.
As Sociedades das Estepes são assim a grande cultura interior dos mitos de Agartha (descrita também como uma geografia mística por Saint Yves d’Alveydre) e das lendas de Shambala, a cultura dos guerreiros-do-espírito que buscam a unidade entre céu e terra, e preparam sempre a etapa seguinte da Civilização.
Os mestres da Agartha dizem que os profetas são apenas os sociólogos de um modelo superior ou mais equilibrado de sociedade, do qual a humanidade necessita para poder sair do caos e da escravidão, a fim de alcançar a harmonia das coisas e assim conquistar o seu destino de liberdade integral.

Então toda esta cultura precisa ser organizada, nos grandes interiores geográficos dos continentes, ali onde a corrupção penetra mais dificilmente. Esta é a missão do Século XXI, seguido pelo Arcano análogo dito “O Louco” ou “O Renunciante”, aquele que abandona o velho para criar as bases do novo.
A senda agarthina é a senda justa e correta daquilo que deve ser realizado para a transformação das coisas: a criação de redes de vilas e cidades nos vastos interiores dos continentes, pautadas naturalmente por uma cultura nova de integração entre céu e terra e de tudo o mais.


Os círculos que circundam Shambala são naturalmente esferas sociais pautadas por diferentes graus de unidade interior, quanto mais interna maior será esta integração, ao passo que para o exterior vai aumentando a fragmentação humana. O centro é como o eixo “imóvel” da Roda da Lei ou do Dharma, onde se situa o Buda ou o Chakravartin.

Porém a grande beleza disto tudo, é que neste universo de Shambala nada é realmente estático: tudo segue segundo a capacidade de cada um, como uma roda em movimento, onde cada pessoa pode transitar livremente entre uma esfera e outra segundo as suas aptidões.
Por isto Shambala sempre emana um modelo de sociedade para a humanidade, visando fomentar a grande seara do Homem Novo.
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Luís A. W. Salvi é escritor holístico, autor de cerca de 150 obras sobre a transição planetária.
Editorial Agartha: www.agartha.com.br
Contatos: webersalvi@yahoo.combr, Fone (51) 9861-5178

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